Neil Young – A autobiografia (Livro)

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O primeiro contato que eu tive com Neil Young foi bem numa fase em que eu estava praticamente viciado pelos acústicos da MTV (talvez isso daria um bom texto futuramente). Tenho uma grande dificuldade em estabelecer uma data certa, mas o primeiro contato veio através de seu acústico, claro que o achei genial!

Bom, a autobiografia me interessou num primeiro momento, pois de nada sabia sobre ele. Foi aquela coisa de curiosidade mesmo do tipo “vou comprar e ver no que dá”… Deu certo.

A autobiografia em questão não é bem uma autobiografia, mas sim uma mistura bem interessante de suas memórias com um diário calcado em tempos atuais, no qual ele fala sobre seu desejo de finalizar algumas obras que estão engavetadas há algum tempo, lançar alguns registros ao vivo, um projeto mega-interessante sobre um carro elétrico que foi batizado com o nome de Lincvolt e a Pono (no inicio do livro ele se refere como Pure Tone, mas trocou o nome por questões legais).

Sobre o Pono, dá a entender ser algo totalmente genial e revolucionário, principalmente para os amantes de música. A grosso modo, seria como um MP3 Player só que reproduz as músicas em um formato diferente no qual não há perda de qualidade, ou seja, ouviríamos as músicas da mesma forma que os artistas escutam (após totalmente finalizadas) no estúdio. Todos sabem que o MP3 destrói a qualidade portanto… basta esperar essa nova empreitada do Mr. Young.

Neil Young é de fato o músico canadense de maior reputação pelo mundo! Possui uma discografia extensa que com toda certeza vale a pena ouvir cada disco, incluindo seus trabalhos com o CSNY (Crosby, Stills, Nash and Young) e com a Buffalo Springfield (que banda!!!).

O livro possui o total de 68 capítulos e é de fácil leitura. Contém ótimas histórias que permeiam entre sua carreira como músico e como inventor/investidor, claro que no livro ele conta algumas tragédias, mas nada de tão alarmante. Não segue uma ordem cronológica, então em algum momento durante a leitura você está em 1969 e em outro em 2013 e depois volta para 1975 e etc… Muito bom!

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Este post foi publicado em 20 de agosto de 2014 às 12:29 pm. Ele está arquivado em Resenha literária e marcado , , , , , , , . Guarde o link permanente. Seguir quaisquer comentários aqui com o feed RSS para este post.

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