A ideia de deixar esse blog mais “apresentável” e legível na medida do possível, tem sido gratificante. Seja com entrevistas ou resenhas, seria muito interessante que voltasse a existir uma quantidade x de leitores do blog que opinassem e fizessem questão de discutir sobre discos e etc. Inclusive, esse desinteresse por parte das pessoas foi o principal fator da minha desmotivação em abandonar o zine impresso, tanto que joguei fora as 50 cópias do que era pra ser a última edição. O impresso é bom e todo mundo gosta… Mas gosta pra que? Pra guardar e fazer volume na fabulosa caixinha com zines que não são folheados há muito tempo? Obrigado, mas só voltarei a fazer zine impresso num futuro muito distante…
Após a entrevista com o Fronte, pensei em fazer uma entrevista sobre o N.W. 77, banda que conta com Marcel Ianuck e Marcinho nas guitarras e vocais, Rodolfo no baixo e Rodrigo Pinto na bateria. O que era pra ser um projeto acabou virando uma banda embora que seja totalmente sem aquela pretensão de fazer trocentos shows mas continuar compondo e gravando, sempre! O primeiro EP da banda se chama “Doomsday Cowntdown” e conta com 8 músicas e covers do Swankers (pré-DFC) e do Lemon Squeezer que ao todo dão pouco mais que 20 minutos. Os sons vão do Crossover que remetem às bandas clássicas de Venice Beach e tem um pingo de Ministry (N.E. Eu consegui ver o pingo de Ministry que te falaram, Marcel!). O EP é simplesmente animal, vários samples da hora e bases insanas! Você pode saber mais sobre a banda clicando aqui, acompanhar as novidades na velocidade da luz, aqui. E pode ouvir e fazer o download das músicas clicando aqui ou aqui. Segue a entrevista que eu fiz com o Marcel Ianuck, o cara faz parte do seleto grupo de “mitos” do hardcore brasiliense portanto, vale a pena conferir!
- Mesmo com passagens em várias bandas conhecidas por aqui como o Deiceivers e o Macakongs 2099, como e de onde veio a idéia de montar o NW.77?
Depois que saí do Macakongs 2099 eu não quis mais saber de banda “séria”, mas nunca deixei de compor em casa… Sempre tive fazendo sons diversos para mil projetos diferentes que tenho em mente.. Dois eu consegui botar na rua: minha banda de hard rock Dare Dazzler (hibernando no momento) e o N.W.77, que é mais na praia do HC/Crossover que sempre quis fazer. Como desde o início a idéia era focar nas músicas, sem compromisso com data, show, etc… demorou bastante para sair, mas finalmente taí pro povo curtir. A idéia inicial era lançar digital (MP3) e em vinil, mas acabou que ficou só digital e poucas cópias em CD. A arte fodaça da capa quem fez foi o Túlio (DFC/PPC). No próximo lançamento (já caminhando), vamos conseguir soltar uns disquinhos de vinil com muita barulheira e MP3 pra moçada jovem curtir.
- Como foi o processo pra escolher a galera que faz parte do NW.77?
A idéia inicial era nem ser banda mesmo, só projeto. Mas enquanto estava mixando a parada com o pessoal da One Voice Records de Goiânia, a idéia de tocar ao vivo foi tomando forma. Inicialmente era eu e o Rodolfo (OV Recs e CFC) no baixo com uma bateria programada, mas achei que precisava de mais um guitarrista, principalmente porque eu nunca fui vocalista principal e guitarrista das bandas que passei. Então chamei o Marcinho (Deceivers), que acabou virando parte fundamental do N.W.77 atualmente, não só um guitarrista pra show. Perto do show de estréia, já tínhamos notado que a ponte rodoviária Brasília-Goiânia ia melar a participação do Rodolfo ao vivo, então recrutamos o PC (Sapatos Bicolores) para o baixo, que pegou as músicas mais rápido que eu.. eheheheh… Uma semana pro show, meu grande amigo Rodrigo Pinto (Jungle Junkies, ex-Capotones e Peter Perfeito) estava no Brasil (ele é casado e mora em NY) e se ofereceu para tocar umas músicas. Essas umas músicas viraram o show inteiro e efetivamos o cara nas baquetas pra sempre. Até porque como ele vem no Brasil duas vezes por ano, casa exatamente com o número de shows que queremos fazer por ano: dois. heheheheh
- Você que é um cara de muito bom gosto, quais são as influências e como foi o processo de composição e gravação das músicas?
Para o N.W.77 eu resgatei as influências que eu tinha em mente na época da banda Lemon Squeezer mas não conseguia colocar em prática: por ruindade e imaturidade da época (idos de 1996). Aquele crossover californiano da galera de Venice como Suicidal, Excel, No Mercy com um pouco de HCNY mais old school, S.O.D., Bad Brains, R.D.P., HC candango e metal porrada em geral. Dizem que temos umas músicas são meio Ministry, que acredito que foi influência inconsciente, já que não era minha intenção, mesmo gostando bastante da banda. Talvez a bateria eletrônica no disco, sei lá. Para o EP Doomsday Countdown, eu gravei tudo em casa mesmo e a mixagem foi em Goiânia com o pessoal da OV Records. Gravei 6 músicas que fiz para esse projeto, regravei Frustration da época do Lemon Squeezer (não era eu quem cantava esse som na época e sim o Cebola, ex-Capotones) e um som do Swankers, que foi uma das primeiras bandas de HC que ouvi por aqui. Nessa leva, cheguei a gravar mais uns 10 sons novos sem letras. 4 ou 5 vão entrar no próximo lançamento (ainda esse ano), mas vou regravar as guitarras com o Marcinho e bolar os vocais e letras com ele. Os outros sons, uma hora aparecem por aí.
- No ínicio do mês rolou o primeiro show do NW.77. Cara, como foi a reação do público e principalmente, como foi pra você?
A galera parece que gostou. Fomos a banda de abertura, então o público ainda estava tímido. Mas no fim o pessoal veio cumprimentar, pegar CD, etc… Para nós, foi mais que excelente! Ensaiamos 3 dias antes do show, sendo que só uma vez com a banda completa e o resultado foi mais que positivo. Fora que quando a gente toca com os camaradas um som que a gente curte, é muito mais divertido. Além das músicas do disco, fizemos umas graças com sons do Sarcófago, Misfits, Iron Maiden e Suicidal. Queríamos tocar um som inédito, mas não deu para ensaiar. De qualquer forma, agradeço imensamente aos meus amigos da banda pelo show, ao público que foi prestigiar o festival Sabotage do Phú (apareçam sempre!!), as EXCELENTES bandas que dividimos o palco e o sr. Djalma Marinho Maia pela correria. O áudio do show foi gravado em dois canais e temos várias imagens. Por isso, é capaz de soltarmos isso aí na Internet uma hora dessas.
- Por ter participado durante muito tempo na “cena”, quais a diferencias que você vê na “cena” de hoje se comparada a de 1998 (…mais ou menos por ai).
Até antes das citadas bandas, eu já ia aos shows como expectador e toquei no já falado Lemon Squeezer e outras bandas como Bolacha e os Torradas (com o ex-batera do BSB-H Sérgio Bolacha – grande figura e amigo!), fiz parte da primeira formação dos Sapatos Bicolores (sendo substituído justamente pelo PC, agora também no NW77 heheheh). Enfim, ralei em diferentes bandas no passado e vejo uma diferença brutal com os tempos de hoje. Se a gente tivesse metade da facilidade que temos hoje para gravar um disco (ou demo ou seja lá o que for), filmar um show de forma legal, fazer um clip, nós tínhamos dominado o mundo!!! Ahahahahahah… Até mesmo o primeiro disco do Deceivers, que pra época foi um avanço em termos de qualidade de som para uma produção independente, poderia ser muito melhor hoje!! Gastamos uma grana preta na época e muito CD demo de bandas novas hoje têm um som mais legal que aquele. Claro que não desmereço o disco (que tenho muito orgulho de ter gravado) nem o produtor na época, que foi muito parceiro nosso. Mas hoje conseguiríamos com menos equipamento tirar uma guitarra mais ardida, por exemplo. Só comparar com o último single do próprio Deceivers mesmo, som infinitamente melhor! E quando que eu ia imaginar que eu poderia lançar o disco de uma banda minha, sem nenhuma gravadora, no mundo inteiro? O N.W.77 está disponível no iTunes, no Bandcamp, no Trama Virtual (que é grátis e tá com qualidade de 320kbps.. pode baixar sem dó, galera!!).. Nunca que eu em 98 sonharia que poderia concretizar isso, com poucas horas de Internet na minha própria casa, colocar minha música disponível para tanta gente… O lado ruim é que vejo menos união. Ahhhh, lógico que antigamente tinha treta, tinha panela, etc… sempre teve e sempre terá… mas acho que hoje é todo mundo meio afastado uns dos outros.. Fora a rapaziada do CDC, Barbosa, agora o Phú voltou, o Marreco, etc.. não vejo mais a galera fazendo shows com as bandas dos camaradas. Tem muito festival “independente”, que eu não gosto, mas os shows de 200, 300, 500 pessoas que tinha com umas bandas locais, ou uma ou outra de fora, são poucos ou inexistentes… Ou eu que tenho saído pouco de casa, o que é bem possível… hehehehe. Também tem aquela coisa.. como é fácil para todos, qualquer um faz uma banda sem compromisso nenhum.. lança algo, divulga, acaba a banda e parte pra outra, ou não.. então o mar cibernético está transbordando de bandas, boas e ruins… para você colocar sua banda na crista da onda, tem que ter qualidade e ficar antenado pra valer… Um dia, o MySpace é tudo para uma banda, no dia seguinte, já era. Já as bandas em si, eu vejo coisas boas… claro que tem banda ruim, como sempre teve.. Aliás, a maioria das bandas boas, ou um dia foi uma banda ruim ou os caras eram de uma banda ruim no passado!! Eheheheheh… Nesse ponto, o metal, hardcore, punk rock, rock and roll de BSB está firme, mesmo talvez não aparecendo tanto na mídia. Exceto o Cult 22, claro. Aproveitando, parabéns pro Marcos Pinheiro por segurar esse grande programa (e agora também bar temático) por tantos anos e apoiar o rock candango.
- O que você acha de shows no qual o produtor coloca um equipamento qualquer e simplesmente deixa as bandas jogadas a esmo? Você é a favor de que toda banda tenha que ter pelo menos seus próprios amplificadores, como as bandas da Europa e EUA fazem (Apesar de toda facilidade encontrada lá fora)?
Seria o ideal sim, mas um pouco utópico no Brasil. Mesmo que já seja mais acessível você ter uma guitarra legal hoje em dia, ainda é caro você ter um ampli, levar para todo lugar, manutenção, etc… Bateria também, apesar de já ver alguns bateristas levando as suas nos shows… Mas com o nosso poder econômico ainda fica difícil.. O ideal é negociar o equipo ANTES dos shows e não aparecer lá na hora e ter uma desagradável surpresa… Isso é só a galera se organizar que dá para melhorar… Se não tiver como colocar som bom, não toca… simples e honesto. Sobre produtores, é foda mesmo. Só tocaremos com nossos amigos produzindo nossos shows, ou em festas de amigos. Respeito às escolhas de cada um, mas não me interessa tocar num Porão do Rock da vida. Pode acontecer? Até pode, mas com certeza não vou ser eu quem vai correr atrás, participar de seletivas, etc… Se por um lado, algumas bandas sem contato nenhum podem expor seu trabalho nesses esquemas, por outro lado parece um favor que os produtores fazem para as bandas… Daí, passam pelas seletivas, ralam com ensaios e tudo mais, para tocar quando o portão abre, para quase ninguém, ou 5 da matina, também para quase ninguém… e por um tempo merreca, espremido entre as atrações “de porte”.. Pode até ser uma boa para alguma banda, boa sorte para essas e os produtores dos festivais. Sinceramente, não me interessa nem um pouco. A exceção máxima dos grandes festivais é o Marreco’s Fest. Onde as bandas têm um espaço bom, tempo justo e cronometrado, além de equipo legal para tocar… Tomara que apareçam outros com a mesma filosofia e comprometimento da grande festa de aniversário do Sr. Fábio Cota.
- O que você acha com relação as novas bandas que vem surgindo em Brasília?
Olha, desde que minha mulher ficou grávida e minha querida filha nasceu, o tempo livre que eu tenho é para a minha pequena, para o meu trampo, e estudo de música. Estou em dívida com os shows da cidade, reconheço. Mas alguns materiais de bandas que não conhecia (de repente não são nem tão novas assim) chegaram a mim e eu curti muito, tipo Shotgun Killa, Omfalos (que CD foda!), Agamenon Project (sem puxar o saco hehehe) e Suicídio Coletivo, que faz um excelente HC estilo RDP da fase do Brasil, que tocou depois do N.W.77 no show do Phú. Fora isso, curto as bandas de sempre, DFC sempre na ativa e causando… O Totem do Marreco tá causando também com o metal com letras doidas deles, o vocalista é muito figura… Estamira é ótimo e porradão ao vivo (infelizmente não conheço o material de estúdio).. More Tools do GG, Hudson e cia lançou um discão com um death metal direto na canela… Possuído Pelo Cão, que conheço desde sempre, tenho o LP e tal, mas só no dia do show do N.W.77 pude conferi-los ao vivo pela primeira vez… um arregaço!! Squintz Row e seu punk 77 maneiraço.. Violator, sempre um show foda… Meu polêmico amigo xManecox sempre com umas bandas legais.. André Vasquez e o Sapatos Bicolores é sempre uma explosão de juventude… O Macakongs 2099 está numa fase nova, com o Phú cantando, está se acertando novamente… Enfim, bandas de qualidade nós temos aqui!!
- O que você tem escutado ultimamente e qual banda (independente de onde for) foi aquela surpresa boa em descobrir uma banda boa?
Que eu me lembre agora, o Omfalos, que eu nunca tinha ouvido falar (até pela minha “reclusão voluntária”), me derrubou com aquele CD deles!! Banda gringa, agora não me veio nada na cabeça.No mais, escuto coisas muito variadas de gosto duvidoso… O que passou ultimamente no meu playlist.. Uma coletânea do George Benson fodaça.. Magical Mistery Tour dos Besouros… Sarcófago sempre… Anvil… Director’s Cut do Fantômas… Edição comemorativa do Peace Sells do Megadeth… Jogos de Azar do Exxótica… Down… Danzig sempre… Under the blade do Twisted Sister (recomendo para quem só conhece “We’re not gonna take it”)… Secos e Molhados e João Ricardo solo (“culpa” do meu multi-talentoso amigo Daniel Iasbeck).. Runaways… primeiro Keepers do Helloween.. The Joke’s on You do Excel… o bom ultimo disco do Anthrax… Chinese Democracy (GNR) que eu gosto pra caralho!!! O ao vivo do Slash também tá fodão… Muzzarellas sempre.. Queen… Scoudrel Days do A-HA.. Slayer sempre…Ripper Owens solo.. Motorhead sempre…Vou parar senão fica sem espaço para as próximas perguntas.. ehehehehe. Minha nova mania (acho que não só minha) são os documentários de rock… Ruído das Minas… Guidable.. Anvil.. Global Metal… American Hardcore… etc.. Também voltei a ouvir rádio, já que agora tá mole ouvir rádio do mundo todo pela internet ou celular, então dá pra pegar só rock barulheira legal.. Fora o Cult 22, a última vez que tinha sintonizado uma rádio foi para ouvir o meu Botafogo jogar na Libertadores… em 1996… uhuhhauauhauhauh
- Kiss é bom e todo mundo ama (quem diz que gosta é porque não gosta). Como foi o lance do Dressed in Kiss? Ainda rola!?
Depois que saí do Macakongs 2099, como falei, decidi parar com banda séria, mas continuei compondo. Mas era foda ir num show e não ter vontade de tocar. Primeiro, fui chamado e topei entrar no Bandão com os amigos Mutt (ex-Deja-vu), Nylon (Vultos Vociferos, ex-Deceivers), Rafão (A.R.D.) e Sancler (ex-Starchild). Era muito bom tocar uns covers só por diversão! Fizemos só dois shows em dois anos, mas foi a banda mais divertida da minha vida!! Todos os ensaios, de 15 em 15 dias, eram uma festa. Tocávamos só metal clássico, mas lado B, tipo sons do Born Again (Black Sabbath), Scorpions, Saxon, e Kiss, claro (a saber, Exciter do Lick it up), Judas, Overkill,… Com o fim da banda, fiquei na pilha de continuar tocando, mas os meus projetos autorais ainda estavam muito embrionários. Daí o Omar Padilha me chamou para tocar baixo no Starchild, que era um tributo ao Kiss, focado no Paul Stanley, inclusive nos trabalhos solo dele. Ficamos um bom tempo tocando, até que surgiu a idéia de “virar” Kiss cover, de todas as fases, focando no disco Dressed to Kill. No início, não queria, pois não consigo ser um Gene Simmons muito bom no gogó hehehe… Em Brasília, existe um Gene foda, o melhor de todos, que é o Gustavo Rosa (ex-Restless), mas ele não estava na pilha. Assumi a bronca por uns tempos, o que foi bem legal. Mas depois de um tempo, me cansei da rotina de ensaios e dos pré-shows (quase duas horas de maquiagem, peruca, etc) e pós- show (tirar toda a tinta é foda hhehehe). Daí, minha filha nasceu, e escolhi sair mesmo. Mas a banda ainda rola, com um excelente baixista no meu lugar e faz shows muito divertidos. Recomendo a todos os que amam o Kiss (concordo com a sua afirmação hehehehe).
- Pergunta clássica. Suicidal Tendencies com o Rocky George ou com o Dean Pleasants ou de qualquer jeito!?
Quando a gente fica mais velho, fica menos radical. Eu sou assim… muita coisa que detestava, tipo Mercyful Fate, hoje estão rodando no meu playlist uma hora ou outra.. Isso vale para todos os gêneros musicais e bandas… EXCETO Suicidal!!! Ehehehe.. Como uma das bandas que mudaram a minha vida, com o passar dos anos eu fiquei é mais radical com eles!! Hehhehehe…. Dito isso… Suicidal é só com o Rocky George sim!!! Ou com o Mayorga no baixo!! Eehehhehehe… Resumindo, se tiver show, vou lá, pular, cantar junto, etc… Vai ser lindo… mas gravações novas, são todas umas bostas!! Pior ainda as regravações!! Caralho!! Todas as regravações que eles fizeram na vida, sempre ficaram pior que a versão original, ou a versão anterior… Join the Army, versão mais nova, consegue ser pior que Join the New Army do Prime Cuts!!! PQP!!! Abaixo ao slaps de baixo e ao wah wah na guitarra, porra!!! ehhehehhehehe
- Agora vem a parte boa da coisa, me diz ai os 5 discos que você mais ama na vida!
Sem ordem..
- How will I laugh tomorrow (Suicidal Tendencies)
- Among the Living (Anthrax)
- Rock and Roll over (Kiss)
- Rotting (Sarcófago)
- Earth A.D. (Misfits)
Menção honrosa para Brasíl (R.D.P.), Seasons in the Abyss (Slayer), Killers/Somewhere in Time (Maiden), Peace Sells (Megadeth)… ahhhhh desisto!! Se me perguntar semana que vem, a lista será outra totalmente diferente.. eheheheehhe
- Espaço livre.
MUUUUUUUITO obrigado pelo espaço, cara!! Mesmo!! Os tempos são outros, mas a cultura dos zines nunca pode morrer, pois é nela que a verdadeira música sobrevive, sem intervalos comerciais!! Quem quiser conhecer o som do N.W.77, entre no nosso site e veja uma das mil opções para ouvir ou baixar as músicas… Vejam nossos clips toscos também (aqui), só gato no filme!! No meio do ano deve ter show e música nova na praça.. Como diriam Didi Mocó e o Marcinho: aguardem e confiem!! Grande abraço e fuck S.O.P.A.!!
- E sobre o Motley Crue…
Bom bagarái.. Tenho todos os discos, incluindo o primeiro single em vinil.. Hehehe. (N.E. Eu sabia que tu curtia! hahaha)




Ahhhhhhh… Mito não… Mito é o Dedé e eu não sou Vascaíno.. heheheheh
Valeu demais o espaço!!! Ouçam o nosso disco lá no Trama Virtual que vai ajudar a arrumar um troco para o próximo disco…
Que grande entrevista! Que explosão de juventude!
[...] Por hora, fiquem com essa entrevista que os camaradas do Who Cares? Zine fizeram com a gente. Olha só aqui! [...]